quinta-feira, 7 de outubro de 2010


Era uma vez um amor!




Não sei, Quando nem como, mas ele nasceu
Como uma flor em meio a cactos agressivos,
Não havia lugar para ele, mas a teimosia foi
Tanta...
O amor crescia enquanto coração gritava não!
Logo o amor visitado pela paixão, que o deixava
Acelerado a cada olhar lançado.
Quando o coração se deu conta era tarde o amor
Já era parte dele! O matinha vivo o mantinha pulsante.
Com o tempo a saudade começou a pressionar o coração
O amor se agitava e crescia ainda mais.
Foi então que a loucura tornou-se sua amiga.
O coração estava cego de amor e louco de saudade,
Agora amor e loucura caminhavam lado a lado,
O coração se tornou aflito e apertado, a dor
O visitava constantemente.
Os desprezos foram tantos que o amor começou
A morrer! O coração já não pulsava tão intensamente
Quando havia troca de olhares,
 “A paixão abandou o coração”
Logo a loucura também se foi, o amor chorava com a dor
E o coração convive com a solidão!

terça-feira, 5 de outubro de 2010


O Voo Da Borboleta

Um novo raio de sol começa a surgir
Ao horizonte! “Uma nova vida.”
Uma pequena mariposa que custa a
Abrir os olhos e quando finalmente o
Faz, não percebe que sua vida esta prestes.
A mudar. Lentamente ela é envolvida por um véu
Fino e branco tão macio que lembra a ceda,
A noite serena forma um lindo cenário a lua
Cheia parece saber o que esta por vir,
Alguns dias e a ceda é delicadamente desmanchada,
E cores exalam fascinações um tom verde fluorescente
Amarelo, vermelho e uma leve pitada de azul anil.
Durante todo o dia rosas, violetas, tulipas e margaridas.
Foram visitadas. “Um dia de pleno voo!”
Se feliz? Não Sei...  Mas doze Horas se passaram e sua vida
Foi sugada pela misteriosa força da natureza,
Uma vida Nasceu... Mas Logo Morreu!  
BY : Máah

sexta-feira, 10 de setembro de 2010


FRAGMENTO ²

Ela ainda estava suspirando naquela noite fria com
A mesma expressão pesadora que sempre carregara
Mas seus olhos apesar de abertos estavam mortos,
Vagava sobre o véu da escuridão sempre entrelaçando
Os dedos, seus cabelos relutavam contra a forte brisa.
Seu rosto perdeu toda a expressão, a lua parece uma,
Uma lanterna sobre as grandes montanhas que formam
Um cenário aterrorizante a sua volta.
Sua boca sempre diz algo, mas ninguém consegue ouvir,
Qualquer um que lance um olhar  fixo sobre ela
Saberá que o amor a destruiu! Sua presença causa
Calafrios, realmente ela se tornou algo que não se pode,
Segurar ou sentir.
Sua pele tão branca como neve congelada pela dor de
Suas lembranças “Ele ainda esta vivo dentro dela”
Não há mais sorrisos, nem abraços muito menos algum,
Traço de felicidade, toda noite enquanto olha para o céu,
Tentando conter as lagrimas que insistentemente caiam
Sobre seus pés descalços, sua dor era amenizada quando,
Seus dedos frios encontravam com sua caneta que parecia
Surgir do nada. No papel não colocava palavras e sim pedaços
Mortos de um passado, o silencio é quebrado com o canto,
De um pequeno rouxinol que se encontrava bem próximo a ela
Seu coração quase não se ouve o pulsar, mas ele era relutante,
E lutava pra viver como se houvesse algo em que ela ainda
Acreditasse.
Um aroma familiar percorre por todo seu corpo ate chegar a
Seu subconsciente, o aroma misturado com perfume de rosas,
Trouxe-lhe lembranças que arrancaram friamente lagrimas
De seus olhos, enquanto o passado estava passando a sua frente,
Fazendo com que a dor aumentasse em seu peito ela caminhava
Guiada pelo perfume Rumo ao desconhecido algo se tinha,
Mas nada se via seu olhar procurava incessantemente por
Algum fragmento de sua existência. Quando se deparou em
Frente a um canteiro de rosas e havia algo em meio a elas,
Sentiu então pela primeira vez naquela noite seu coração pulsar
Como nunca pulsara antes, as lembranças se foram agora era algoReal. 
Enquanto seus pés descalços pisavam sobre a grama molhada
Pela aurora da madrugada, a brisa se aquietou e agora parecia que,
Gentilmente, arrumava seus cabelos à lua foi cumplice de um amor
Não vivido, mas não esquecido. “ela sabia oque lhe aguardava”
Naquela rocha em meio a rosas ela avistou com lagrimas
Nos olhos o corpo já sem vida daquele que tanto desejava.
Ela se deitou ao seu lado e então tocou seus lábios e sentiu
Seu cheiro pela ultima vez, seus olhos dessa vez realmente,
Estavam mortos e um sorriso surgiu.
 Finalmente sentiu Aquietar seu coração.               BY: Máah

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Larry.


Alguém está suspirando, em uma tarde de inverno, mas
É apenas Larry caminhando sobre folhas secas
Em um dos becos escuros e sombrios de são Francisco.
Cabelos negros sobre os ombros, o olhar era distante,
Nas mãos apenas uma caneta que servia para pichar as
Grandes paredes era assim que Larry se expressava.
Por de trás dos galhos das grandes arvores pode-se ver
O luar. Larry é apenas o caminho distorcido de alguém
É algo q não se pode segurar ou sentir,
Em meio a tanta escuridão...
Pessoas passam por elle e é como se nem estivesse
Por perto, mas agora não importa sonhos se tornaram
Gritos ao despertar.
Quem liga para A vida de um adolescente perdido
Que agora Rasteja escondido por de trás de becos!?
Larry foge E esconde-se até que haja escuridão então
Caminha junto à solidão.
Uma luz que o aqueça não importa,
O tempo passa tão lentamente, Larry olha o luar
E pela primeira vez seus olhos se enchem com
Lagrimas... a caneta escorrega lentamente por entre
Seus dedos e cai sobre as folhas, um barulho que quase
Trouxe Larry de volta, mas elle ainda estava com o olhar
Fixo o vento úmido de inverno bagunça seus cabelos
Secando as lagrimas de seu rosto, Larry sente seu coração.
Alguém esta a suspirar Na última noite de todas!

domingo, 8 de agosto de 2010

Naquela Rocha


Eu me sentei, Ella nem se incomodou.
Me viu lanças olhares de admiração,
Me ouviu cantar, falar e creio que ate chorar,
Tentei falar-lhe sobre os lindos pedregulhos
Que a cercavam,mas Ella não respondia, mas senti que ria.
Sentada naquela rocha vi a lua se esconder e o sol nascer!
A rocha me faz falta, que ate sinto saudades daquela noite
Que contemplamos o belo luar.
Somos parecidas, vivemos sozinhas.
Mas aquela noite... Algo mudou e meu nome
             Na rocha se fixou ♥                                                           BY: Máah

A menina do Urso.


Eu costumava viver sozinha...
Costumava sonhar,sorrir,caminhar,
chorar e escrever sozinha.
Luzes apagadas, olhos firmes.
Em cima da cama Bryam o urso, papel
E um lápis quase sem ponta,
Na escrivaninha uma vela apagada e
Uma maça mordida!
No chão não muito longe de um par
De meias coloridas estou EU .
As vezes sentada outras deitadas
E ate mesmo desajeitada.
Apenas uma criança fugindo do mundo
O fone no ouvido é ideal.
Me sento e começo a escrever ENTER MY SECRET WORLD
Elle não é tão diferente do seu...
As arvores sabem cantar, os animais sabem falar,
Mas aqui ninguém sabe o significado da palavra DOR
Em cima da mais alta montanha Lá estou.
Mas agora tenho que ir Eis que Bryam Chegou,
Me levanto e juntos caminhamos rumo ao por do sol.
“ Talvez eu coma a maça quando voltar ”
Digo baixinho a Bryam. Elle sorri e aperta minha mão
E logo sumimos por de trás
Das grandes arvores. Que agora permanecem em silencio!


BY: Máah

Reflexo.


A relva escureceu meu rosto
ouço o orvalho tocar o chão,
Ou será as batidas do seu coração!?
Havia tempo que não pulsava;
Suas veias estavam estúpidas de ódio
Nos olhos traços marcantes da dor,
Mas eu ainda pude ver um brilho ofuscado.
Um sorriso com certeza  a tempos não se via,
Uma forte brisa atrapalha seus cabelos tão amarelos
Quanto às pétalas de um girassol.
Ela não se importa em colocar os fios rebeldes no lugar!
Seus olhos tem uma cor caramelizada, e seus lábios
Vem acompanhando com um rosa suave.
Ela olhava a lua em meio à relva, como se aquela
Bola prateada fosse cúmplice de sua dor...
Daqueles belos olhos escorriam gotas salgadas que reluziam.
Pensei em pergunta-lhe de onde saia tanta dor e tristeza,
Mas não sabia como. Foi quando retirei um simples pedaço
De espelho do bolso;
Parei em frente a elle, respirei fundo, tomei coragem e fiz tal
Pergunta !
BY: Máah